SAT
Inicia como se fosse executar uma espiral. Quando o parapente está quase completando 180º de giro e começa a contar com um início de aceleração centrífuga, o piloto aperta um pouco mais o freio do lado da curva mantendo o corpo para o mesmo lado (de dentro), enquanto monitora um giro no eixo Y do velame até a estabilização em um ângulo de 45º de trajetória, o mesmo ângulo de inclinação do alongamento em relação a linha do horizonte.
O piloto deve se manter com o corpo inclinado para o lado de dentro da curva, no momento da entrada em SAT, o piloto tende a ser projetado para o lado de fora da curva, o que provoca uma alteração de altura de perfil, melando a manobra. O piloto pode (e deve) inclusive, procurar se apoiar nos tirantes do lado oposto para que não “caia” para o lado de fora da curva.
A entrada é bastante repentina, pegando os novatos de surpresa pela aceleração brusca. Depois que o SAT encaixa então não há mais nada que precise ser feito a não ser ficar segurando o freio com força (bastante força) enquanto se desejar permanecer na manobra. Para sair basta liberar o freio e dar um totó do lado de fora só pra garantir uma retomada de vôo para uma espiral mais comportada.
Tumbling
É a acrobacia mais radical que é possível realizar de parapente.
O tumbling consiste em um giro onde o velame (asa) voa para frente e o piloto voa para trás, como se o piloto estisse pulando corda com seu parapente.
Até 2004, os pilotos conseguiam realizar tumblings de no maximo 4 voltas com o eixo de rotação horizontal. A partir deste ano o espanhol Raul Rodrigues aperfeiçoou a monabra, realizando o "Infinity Tumbling", como o proprio nome diz é uma manobra infinita e o piloto pode fazer quantas voltas sua altura permitir.
Raul e Felix Rodriguez (Red Bull) infinity tumbling
Video do SONIC e Hernan Pitocco realizando a manobra mais radical inventada até hoje: "Infinity Tumbling!"